terça-feira, 29 de outubro de 2013

ORGANIZAÇÃO E METODOLOGIA DA EDUCAÇÃO INFANTIL: GRUPO G3

ORGANIZAÇÃO E METODOLOGIA  DA EDUCAÇÃO INFANTIL


RESUMO 


Este trabalho é um levantamento de dados históricos sobre a Educação Infantil, tanto no Brasil quanto no exterior. Através da Atividade Prática Supervisionada, podemos entender o mecanismo de pesquisa histórica, bem como os fundamentos e métodos da educação ao longo de incansáveis lutas dos educadores e modificações de políticas públicas. Tabelas cronológicas, resenhas críticas e exemplos de jogos infantis são os pilares do presente trabalho. Esse trabalho tem por objetivo analisar os fatos históricos correspondentes a Educação Infantil e refletir a respeito dos métodos de ensino no ciclo básico. 

Palavras-Chave: Educação Infantil, ambiente escolar, brincadeiras, jogos, infância.



SUMÁRIO



1.INTRODUÇÃO.. 5
2.TABELA CRONOLÓGICA: A EDUCAÇÃO INFANTIL NA EUROPA NO SÉCULO XX.. 6
3.TABELA CRONOLÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL NO BRASIL.. 7
4.RESENHA CRÍTICA: PROCESSO HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO INFANTIL NA EUROPA E NO BRASIL   8
5.A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS E BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL.. 10
6.ESTÍMULOS COGNITIVOS ATRAVÉS DAS BRINCADEIRAS E JOGOS. 10
7.BRINCADEIRAS NA INFÂNCIA: brincadeira Caixa de Surpresas. 11
8.PROCEDIMENTOS E MATERIAIS DA BRINCADEIRA CAIXA DE SURPRESA. 12
9.RESUMO: livro–texto (PLT) - OLIVEIRA, Zilma R. de (org.). Educação infantil: fundamentos e métodos. 7ª ed. São Paulo: Cortez, 2011. 12
10. SÍNTESE: PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS – ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS (1998). 14
REFERÊNCIAS. 16



1.      INTRODUÇÃO

            A Educação Infantil possui características marcantes de vários séculos de transformações na sociedade, desde valores sociais, institucionais e políticas. Durante os discursos morais e políticos, alguns pesquisadores, como Montessori, Decroly, etc, desenvolviam estudos sobre o desenvolvimento infantil, integrando as diversas áreas humanas. Esses estudiosos abordaram assuntos mais variados, como o desenvolvimento psicológico, social, afetivo e psicomotor das crianças, abriram instituições de ensino e desenvolveram divers técnicas para a alfabetização dos jovens.
            Ao longo do tempo em que as políticas públicas e educadores debatiam as melhores condições para a Educação Infantil, surgiram diversas convergências e divergências, sanadas posteriormente por legislação, como as leis
nº 11.274/2006, e nº 11.700/2008 e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação que asseguram condições mínimas para a educação, tanto na questão de horas, séries, poderes e deveres na gestão escolar. As metodologias praticadas na educação de jovens, atualmente refletem em melhorias contínuas, e principalmente na elaboração de políticas institucionais que adequam a inclusão social,
comunidades do entorno das escolas e mais participação das famílias.      
            Este trabalho visa à pesquisa histórica da Educação Infantil, seus genitores e transformadores, as políticas públicas praticadas. Não menos importante, o trabalho aborda as brincadeiras e jogos no universo infantil, que se modificam conforme a época, mas muitas ainda resistem e fazem do ambiente escolar um espaço lúdico, de convivência integrada entres os aspectos principais para o desenvolvimento da criança.



2.      TABELA CRONOLÓGICA: A EDUCAÇÃO INFANTIL NA EUROPA NO SÉCULO XX



EDUCAÇÃO INFANTIL NA EUROPA: SÉCULO XX
PESQUISADORES
CONTRIBUIÇÃO
Ovídio Decroly (1871-1932)
Sistematização de atividades para crianças pequenas com uso de materiais especialmente confeccionados. Defendia o desenvolvimento do intelecto da criança e o desenvolvimento integral.
Maria Montessori
(1879-1952)
Sistematização de atividades para crianças pequenas com uso de materiais especialmente confeccionados. Via com interesse uma educação que ocupasse com o desenvolvimento da espiritualidade ressaltando o aspecto biológico para a confecção de materiais para as faixas etárias.
Devido à primeira guerra mundial, os médicos e sanitaristas estiveram mais presentes nas instituições fora das famílias. Pela precariedade da saúde durante a guerra, foram instituídas as instituições de saúde, visando à diminuição da mortalidade infantil.
PESQUISADORES
CONTRIBUIÇÃO
Vygotsky
Atestava que a crianças é introduzida na cultura por parceiros mais experientes.
Wallon
Destacava o valor da afetividade na diferenciação que cada criança aprende a fazer entre si mesma e os outros. O comportamento infantil deveria ser interpretado, e não meramente observado.
Piaget
(1896-1980)
Avança nos estudos sobre o desenvolvimento cognitivo, demonstrando que o desenvolvimento é resultado de dois fatores, o externo e o interno.
Celestin Freinet
(1896-1966)
Para ele, a educação que a escola dava as crianças deveria extrapolar os limites da sala de aula e integrar-se às experiências por elas vividas em seu meio social.
No século XX o Movimento das Escolas Novas representou o início ao respeito à fase infantil do indivíduo, pensando no aspecto infantil sem a necessidade de preparação para a fase adulta.

PESQUISADORES
CONTRIBUIÇÃO
Emília Ferreiro
Destaca-se por sua importante contribuição à educação, por ter desenvolvido uma concepção diferente dentro do processo de alfabetização, enfatizando a escrita e a leitura.
No século XX os antropólogos e sociólogos discutiam as privações culturais, organização do trabalho e educação infantil. No mesmo período ocorreu à profissionalização doméstica, tendo como a mãe uma profissional do lar, enquanto algumas trabalhavam nas fábricas, outras tomavam conta das crianças.
Tabela 1

3.      TABELA CRONOLÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL NO BRASIL



EDUCAÇÃO INFANTIL NO BRASIL

SÉCULO XIX - PRINCIPAIS AGENTES DO DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL
SÉCULO XX - PRINCIPAIS AGENTES DO DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL
Meados do século XIX não existiam instituições no Brasil, como creches e parques infantis.
Século XX - intensificação da industrialização e centralização nos centros urbanos.
O período da abolição da escravatura e proclamação da República contribuiu para o desenvolvimento cultural e tecnológico.
Trabalho feminino nas indústrias, separação dos filhos pequenos e agrave em problemas sociais.
Iniciativas de proteção à infância, devido ao combate a mortalidade infantil. Criação de asilos e internatos destinados às crianças pobres.
Empresários investiram em creches para os filhos das empregadas, iniciando um vinculo com benefícios para ambos. Mas sem conotação educativa para as crianças.
Final do século XIX, a elite da sociedade assimilou os preceitos educacionais do Movimento das Escolas Novas, pela influencia europeia e americana.
Década de 20 e 30 reivindicações por melhorias de trabalho e condições educacionais para os filhos.
Em 1862, Emília Erichsen criava o primeiro jardim de infância, em Castro, Paraná.
Em 1923 a primeira regulamentação sobre o trabalho da mulher, prevendo instalações de creches próximas ao ambiente de trabalho.
Em 1875 no Rio de Janeiro e 1877 em São Paulo, foram criados os jardins de infância, pelas entidades privadas para os afortunados.
Em 1932 surgiu o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, defendendo um amplo leque na educação.
Rui Barbosa, em 1882 apresentou o projeto de reforma da instrução no país.
Entre 1930 e 1945, durante a era Vargas, foi resguardado os direitos dos trabalhadores pela criação da CLT (1943).
Em 1885 no Rio de Janeiro ocorreu a Exposição Pedagógica, que foi interpretada pelas elites como prejudiciais, pela ideia de separar os filhos das mães muito cedo.
Em 1961 foi aprovada a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

1889  - Proclamação da Republica

Década de 60, instalação de o governo militar, modificando todo o sistema educacional e social.
1896- Criação do jardim de infância da escola normal Caetano de Campos em São Paulo.
Em 1971, a nova legislação sobre o ensino
(Lei 5692), dispôs o seguinte: Os sistemas velarão para que as crianças de idade inferior a 7 anos recebam educação em escolas maternais, jardins de infância ou instituições equivalentes.
1899 - Fundação do Instituto de Proteção e Assistência a Infância, em 1919, a Fundação do Departamento da Criança, de iniciativa governamental devido a preocupação com a saúde púbica
Entre 1970 e 1980 foram implantados e debatidos diversos métodos educacionais, inclusive o problema da privação cultural.
1908 - Investimento em novas escolas infantis, de ensino primário.
Nas décadas de 80 e 90, em consequência do debate a respeito da importância de fornecer a todas as crianças estímulos cognitiva, começaram a ser apresentados programas de educação pela televisão, como o Rá-Tim-Bum.
1988 -Constituição Federal – Aborda a cidadania, organização social, distribuição de responsabilidades do setor público, educação, saúde e segurança no âmbito nacional, bem como direitos e deveres do cidadão.
A partir de 1990, houve investimentos nas áreas educacionais na pré-escola, ensino fundamental e médio.
Em 1996, s estabeleceu a Nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação (9394/96), ampliando os conceitos da educação e a sua aplicação devida a todos.
2000 – SENSO: Os censos populacionais constituem a única fonte de informação sobre a situação de vida da população nos municípios e localidades. As realidades locais, rurais ou urbanas, dependem dos censos para serem conhecidas e atualizadas. Os censos produzem informações imprescindíveis para a definição de políticas públicas estaduais e municipais e para a tomada de decisões de investimento, sejam eles provenientes da iniciativa privada ou de qualquer nível de governo.
2006 -  Lei nº 11.274/2006 - Ens. Fund. 9 anos: amplia o Ensino Fundamental para nove anos de duração, com a matrícula de crianças de seis anos de idade e estabelece prazo de implantação, pelos sistemas, até 2010
2008 -  Lei nº 11.700/2008 e outras providências: para assegurar vaga na escola pública de educação infantil ou de ensino fundamental mais próxima de sua residência a toda criança a partir dos 4 (quatro) anos de idade.
Em 2009, ocorreu a aprovação da nova diretriz curricular nacional para a educação infantil (Parecer, CNE/CEB n° 20/09 e resolução CNE/CEB n° 05/09), com proposta de promover o desenvolvimento infantil de maneira integral. Crianças de 0 a 5 anos.
2011 – NOVO PNE:  é composto por 12 artigos e um anexo com 20 metas para a Educação. 
2013 - Lei 12.796/2013 - Obrigatoriedade da educação Básica de 4 a 17 anos:  dispõe sobre a educação básica, carga horária, avaliação, intervenção do Ministério da Educação, habilitação de profissionais educadores.
Tabela 2


4.      RESENHA CRÍTICA: PROCESSO HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO INFANTIL NA EUROPA E NO BRASIL
           
Durante o século XX, a Educação Infantil ainda estava em desenvolvimento, através de pesquisadores como Ovídio Decroly e Maria Montessori. A conotação da Educação Infantil era a saúde e a higienização da população, em meio a pouca tecnologia e legislação pertinente. A sistematização de atividades para crianças pequenas estavam enquadradas na utilização de brinquedos específicos, tanto para desenvolvimento da criança quanto para aspectos sociais, tais como brincadeiras e jogos.        
            Outros pesquisadores desenvolviam teorias, que envolviam a psicologia infantil e as questões sociais. Nesse período, não houve avanços na educação, até porque os alfabetizados e letrados eram os mais afortunados. Creches, jardins de infância e escolas mais avançadas foram o centro das atenções numa discussão sem aprimoramento social. Isso atrasou a evolução das leis, dos métodos educacionais e até mesmo o desenvolvimento da sociedade, em geral. Por mais que não existia a tecnologia dos tempos atuais, existia a elaboração de brinquedos pedagógicos e conteúdos, faltando à organização social, como espaços físicos, aplicação de métodos adequados e principalmente o olhar mais crítico e conceitual da Educação Infantil.  As crianças não eram vistas como indivíduos em fase de crescimento, mas sim como indivíduos que devem ser preparados para serem adultos, negando a infância.       
            Os antropólogos e sociólogos contribuíram nesse debate, demonstrando a importância de como, para quem e quando ensinar. Essas contribuições permanecem até hoje, discutindo se são válidas as metodologias dos educares no século XXI, pois estamos na era da tecnologia, trazendo as dúvidas sobre os paradigmas anteriores e os atuais.            
            No Brasil, que se formou por um processo de colonização, também existiu o processo de adequação das escolas, que por sua vez, só teve início a partir da abolição da escravatura e da proclamação da república. Nessa época ainda se tinha uma visão de desigualdade entres os colonizados, pois muitos escravos livres não possuíam educação formal. Por esse motivo, tiveram que disponibilizar alguma educação, mesmo não sendo formal. O desenvolvimento da educação até a industrialização foi lenta e com muitas dúvidas, do qual estremeceu as bases da elite, necessitando de uma população mais técnica, mais sábia e com direitos ao desenvolvimento social.  O Movimento das Escolas Novas partiu da influência europeia e americana, porém, mesmo tendo essa evolução, a criança carecia de educação, pois a sociedade brasileira permaneceu com o estereótipo de que a criança deve ser somente cuidada, e não educada.     
            No século XXI, encontramos vestígios de metodologias ultrapassadas e falta de investimento no setor educacional. Temos a Lei de Bases da Educação, mas a sua aplicação em todo o território brasileiro é desigual, carecendo de melhorias em infraestrutura e capacitação profissional. As crianças já são consideradas indivíduos em processo de crescimento, possuindo fases, sendo uma delas a infância, que conta com brincadeiras, cuidados, jogos, proteção por lei e direitos para o desenvolvimento integral. Cabe a observação da história da educação e a sua interpretação para desenvolver e estimular o setor educacional da nossa sociedade, quebrando os velhos paradigmas para a melhoria contínua da Educação Infantil.


5.      A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS E BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Inúmeros estudiosos consideram a ação lúdica como metacomunicação: a possibilidade da criança compreender o pensamento do outro. No jogo simbólico, ao substituir o pedaço de madeira utilizado como telefone, ao efetuar um raciocínio analógico, o brincar implica uma relação cognitiva e representa potencialidade para interferir no desenvolvimento infantil. A idade pré-escolar é considerada a fase áurea da vida, em termos de psicologia evolutiva, pois é nesse período que o organismo estruturalmente capacitado para o exercício de atividades psicológicas como, por exemplo, o uso da linguagem articulada.   
            Brincar implica troca com o outro, trata-se de uma aprendizagem social. Nesse sentido, a presença do professor é fundamental, pois será ele quem vai mediar às relações, favorecer as trocas e parcerias, promover a integração. Planejar e organizar ambientes instigantes para que as brincadeiras aconteçam. Por meio do brincar é que a criança vai significar real, tornar-se sujeito e partícipe.


6.      ESTÍMULOS COGNITIVOS ATRAVÉS DAS BRINCADEIRAS E JOGOS

As brincadeiras e jogos são importantes, pois desenvolvem diversos aspectos dos indivíduos, principalmente na fase infantil.  Coordenação motora e habilidades pessoais são exemplos de estímulos cognitivos, pois todas as atividades que são direcionadas – educacionais – disponibilizam momentos de interação entre as crianças, objetos e linguagens.  A felicidade da criança é determinada por diversos fatores sociais e pessoais, do qual podemos citar a imaginação e a sua expressão através de diversas linguagens. O professor atento a essa característica compreende o universo em que a crianças está, e tem capacidade de auxilia-la no caminho do desenvolvimento integral.        
            Outra característica interessante é o desenvolvimento dos sentidos, como o olfato, paladar, tato e visão. Os estímulos dos sentidos são interessantes não somente pelo desenvolvimento pessoal, mas também a compreender que o mundo possui um universo de conceitos e pessoas diferentes, como cegos, mudos e pessoas com deficiências diversas. A busca do desenvolvimento integral das crianças não pode ser distinta dos valores humanos, como o respeito.         
            O vídeo assistido como fonte de pesquisa, demonstra diversas brincadeiras onde os professores podem trabalhar o desenvolvimento das habilidades citadas. Compreende também como atividades de estímulos cognitivos aquelas em que as crianças participam também fora do ambiente escolar.
           

7.      BRINCADEIRAS NA INFÂNCIA: BRINCADEIRA CAIXA DE SURPRESAS


A brincadeira Caixa de Surpresas estimula a socialização das crianças, principalmente quando praticada na escola. As crianças podem perder o medo de se expor ao mesmo tempo em que passam a compreender o significado do trabalho em grupo. As tarefas que são colocadas dentro da caixa podem ser engraçadas e estimulantes com intuito educativo. As brincadeiras de roda auxiliam as crianças no desenvolvimento cognitivo e social e físico-motor. O ambiente em que ocorre também faz parte do aprendizado e do momento de lazer.          Segundo Rau (2011, p. 49)... “o termo lúdico remete as ações do brincar que se manifestam por toda a existência humana, apresentando características de lazer”.
As brincadeiras possuem funções pedagógicas, e se aplicadas em ambiente escolar amplia as informações a cerca do individuo. Por exemplo, a brincadeira Caixa de Surpresas pode ser usada para receber novos alunos na turma, observar o desenvolvimento social e psicológico.

As interações que as crianças estabelecem entre si – de cooperação, confrontação, busca de consenso – favorecem a manifestação de saberes já adquirido e a construção de um conhecimento partilhado: símbolos coletivos e soluções comuns. (OLIVEIRA, 2011, p. 146).

Dentro de uma escola, nos momentos de brincadeiras prevalece à tensão, passível de solução entre os próprios educandos através da interação dos saberes em momentos de lazer.


8.      PROCEDIMENTOS E MATERIAIS DA BRINCADEIRA CAIXA DE SURPRESA

Antes de iniciar o jogo, escreve-se em papéis tarefas engraçadas. Os papéis são colocados dentro de uma caixa. As crianças deverão sentar em círculo para que a caixa possa circular de mão em mão, até a música parar. Quem estiver com a caixa na mão no momento que a música parar deverá tirar um papel da caixa e executar a tarefa.

Figura 1 Brincadeira da Caixa de Surpresas.




9.   RESUMO: livro–texto (PLT) - OLIVEIRA, Zilma R. de (org.). Educação infantil: fundamentos e métodos. 7ª ed. São Paulo: Cortez, 2011.


CAPÍTULO XIV p.193: “Os ambientes de aprendizagem como recursos pedagógicos”

O capitulo “Os ambientes de Aprendizagem como recursos pedagógicos”, aborda a seguinte questão, espaço físico para a criança principalmente educação infantil. Entre os séculos XIX e XX houve a preocupação, porém ela acaba ao longo de políticos e etc. Sabemos que não é nada fácil ter um ambiente perfeito para nossas crianças, pois há lugares que não há condições financeiras para isso, há lugares que responsável não se interessa e a lugares que até tem, mas não condiz com a proposta pedagógica.  Esse espaço é o que mais precisa de planejamento, pois pode trazer para a criança medo, curiosidade, calma, apatia, conforto entre outros, como: características psicofísicas e higiênicas, precisa também ter um numero de criança estipulado.                    
            Oliveira (2011, p. 196) observa que “todo ambiente sem exceção é um espaço organizado”, existem tipos de salas com poucos brinquedos e muitos berços ou mesas e cadeiras. A pergunta feita é: esta dentro da proposta pedagógica? Pois não adianta ter cantinhos em sala de aula e não haver uma proposta pedagógica, onde impede a criança de brincar ou interagir com os colegas enfim, a sala deve ser considerada como um campo de convivência e exploração, e deve ser muito planejado. Sabemos que a criança reconhece o espaço físico desde cedo por isso à importância de um planejamento.     
            O planejamento além de tudo define algumas coisas como praticas social, contudo devem-se haver preocupações com a funcionalidade a estética dos ambientes, a organização e planejamento criam estruturas com todos que convive naquele espaço. São muito importantes também outros espaços tipo parques, quadras, pátios, sala de musica e informática, nesses espaços é onde a criança constroem significados.
            Notamos que cantinho é muito falado nesse capitulo. Pois tem valorizada a organização de áreas como: casinhas, polícia, supermercados, lojas, médicos etc. Onde permite as crianças brincarem na quantidade que elas querem e a imaginação; também é bom porque da para o educador dar atenção observar cada criança. Com o Cantinho da para fazer varias atividades diferentes de roda de conversa, musica, brincadeira, hora da fruta, teatro e muitos outros. Da para fazer muitas coisas com o espaço e material proposto pela escola para o “cantinho” baste ter um bom planejamento criatividade e ser um bom educador. Deve ser feito algo que facilite a vida da criança como rotina.            
            Concluímos que o Cantinho deve ser bem planejado, o espaço de toda aprendizagem também, pois ele é importante na formação da criança, ela tem que se sentir acolhida, estimulada e bem tratada.





REFERÊNCIAS


CARVALHO, Denise Maria de. Educação Infantil: História, contemporaneidade e Formação de Professores. Disponível em: http://www.sbhe.org.br/novo/congressos/cbhe2/pdfs/Tema3/3117.pdf. Acesso
em: 01 agosto. 2013.


OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos de. Educação infantil: fundamentos e métodos. 7. ed. São Paulo:Cortez, 2011. 263 p.  

RAU, Maria Cristina Trois Dorneles. A ludicidade na educação. 2. ed. Curitiba: Cortez, 2011. 248 p. 
A importância dos jogos e brincadeiras na educação infantil. In: Revista Científica Eletrônica de Pedagogia, ano V, jul, nº10, 2007. Disponível em: http://www.revista.inf.br/pedagogia10/pages/artigos/edic10-anov-art04.pdf. Acesso em: 4 setembro. 2013.

PASCHOAL, Jaqueline Delgado. A história da Educação Infantil no Brasil: avanços, retrocessos e desafios dessa modalidade educacional. In. Revista HISTEDBR On-line. Disponível em: http://www.histedbr.fae.unicamp.br/revista/edicoes/33/art05_33.pdf. Acesso em: 01 agosto. 2013.

Site. Direcional Educador.com. Disponível em: http://www.direcionaleducador.com.br/curso-livre-sequencia-didatica-naeducacao-infanti/a-sequencia-didatica-no-planejamento-da-rotina. Acesso em: 26 agosto. 2013.

Vídeo. Breve História da Educação no Brasil.
Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=eTYWvbW8XPw.  Acesso em: 26 agosto. 2013.


Vídeo. As brincadeiras na educação infantil. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=MkugbRG9DB4.  Acesso em: 13 set. 2013.

Figura 1. Brincadeira da Caixa de Surpresas. Disponível em: <http://educador.brasilescola.com/orientacoes/caixa-surpresa-tatilrecurso-didatico-eficiente.htm>. Acesso em: 20 setembro 2013.

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