terça-feira, 10 de dezembro de 2013

G5 - O trabalho com crianças com necessidades educativas especiais.


Crianças com necessidades especiais passaram a receber um tratamento diferenciado ao logo dos anos no que se refere a educação. Atualmente estão sendo inseridas no âmbito escolar a fim de inseri-las na sociedade.
O estatuto da criança e do adolescente garante que as crianças com necessidades tenham acesso ao ensino e que não sejam excluídas.
Os profissionais da educação tiveram que pesquisar metodologias de ensino e recursos diferenciados para garantir êxito no aprendizado e na inserção das crianças com necessidades especiais na escola. Existiu também a necessidade de os professores buscarem especialização para atender a demanda de alunos especiais.
O assunto abrange não só inserir as crianças especiais na sociedade, mas possibilitar para ela um mundo novo, onde ela possa interagir com o ambiente escolar, com outras crianças e aprender através disso tudo. 
O espaço físico deverá ser adaptado para elas de acordo com as suas necessidades.
A escola atualmente tem a preocupação de inserir a criança, antigamente quando a criança era diagnosticada com alguma necessidade especial ela era encaminhada para uma escola destinada ao tipo de deficiência dela



Respeito à diversidade

No que diz respeito à diversidade, preconceitos, rótulos, discriminação é inevitável o convívio com o cotidiano. São através das vivências de cada pessoa que configuramos as formas mais eficazes para se trabalhar os comportamentos e atitudes. Nesse contexto temos que enfatizar que grande parte do que é aprendido pelas crianças provêm dos exemplos observados nas ações dos adultos, portanto, devemos considerar necessário desenvolver uma atenção mais particular, principalmente, para as crianças com necessidades especiais, devido as suas características peculiares e por estarem mais sujeitas a discriminação. Assim, permitimos que o diferente torne-se muito mais presente no nosso dia a dia, pois na maioria dos lugares que frequentamos, muitas vezes, nos deparamos com alguém diferente seja no visual, aparência, sexo, deficiência, cultura, etnia, entre outros.
A partir disso torna-se necessário, pelo educador, desenvolver um olhar diferenciado de que proporcione a formulação de um planejamento mais adequado às necessidades presentes, bem como para instituir um currículo escolar que compreenda as diversidades de forma respeitosa.




Poesia de Pedro bandeira – “Vai já pra dentro Menino”


“Como eu vou saber da terra,
se eu nunca me sujar?
Como eu vou saber das gentes,
sem aprender a gostar?
Quero ver com os meus olhos,
quero a vida até o fundo.
Quero ter barro nos pés,
eu quero aprender o mundo!”
(Pedro Bandeira)




Sequência didática para sala de aula 4° ano do ensino fundamental

OBJETIVO

1.    Estimular o prazer, o interesse e a satisfação do aluno pelo habito de leitura;
2.    Introduzir termos novos, ampliando o vocabulário em português e em libras;
3.    Favorecer o entendimento das características textuais da poesia;
4.    Interpretar o texto em libras;
5.    Estimular o uso de libras como língua que desenvolva o processo cognitivo dos alunos e seu uso como língua de instrução.

HABILIDADES

1.    Ler a poesia com entusiasmo;
2.    Recontá-la quantas vezes forem necessários para o bom entendimento dos alunos;
3.    Utilizando a libras como língua de instrução e os recursos que ela oferece.

CONTEÚDO

Leitura, reconto e interpretação.

MATERIAL

Livro de poesia;
Fichas com desenho.

Série: 4° ano do ensino fundamental.
Tempo estimado: 01 semana.

SITUAÇÃO DIDÁTICA

Etapa1: roda de conversa, perguntar aos alunos se eles conhecem a poesia usando como apoio os versos de rodas atuais;
Etapa2: ler a poesia em português e em libras e recontá-la;
Etapa3: pedir para um aluno surdo que reconte a poesia para os colegas;
Etapa 4:  trabalhar com formação de palavras - Texto lacunado; Cruzadinhas.





G5 - Os ambientes de aprendizagem com os recursos pedagógicos


           Atualmente reconhece-se que o ambiente de aprendizagem existentes nas creches e pré-escolas é determinante para um bom desenvolvimento intelectual, psicomotor, social e autônomo das crianças.

Com relação a estes espaços entende-se que quanto maior for a valorização dos conteúdos, das atividades, dos elementos que constituem esse ambiente, como das próprias relações existentes entre os indivíduos que coabitam esses meios, maior e melhor se processará o crescimento da criança em seus vários âmbitos.
Portanto, através desse pré-entendimento por educadores, instituições escolares, busca-se proporcionar ambientes cujo conteúdo (objetos – livros brinquedos, cartazes, argilas, etc.; mobiliário-mesa, cadeiras, armários, gangorras, escorregadores, etc.), as atividades (brincadeiras – de médico, dentista, supermercado...); os horários (de vídeo, leitura, descanso...); e os espaços (solários, sala de aula, jardins com grama, relevo, pátios cobertos, parques...) estruturem-se de forma a gerarem uma organização educacional adequada que consiga beneficiar e desenvolver a criança em seu todo, físico, psíquico e social.
Através de uma disposição orientada dos artifícios que compõe o espaço em que a criança está inserida observa-se que a mesma começa a agregar significações das coisas que a cercam, estabelecem e compreendem suas representações, aperfeiçoam os sentidos, a percepção, as sensações, aprofundam a leitura e a escrita, a imaginação. Experimentam mais intensamente as relações interpessoais (aluno-aluno; professor-aluno), e as inter-relações com o meio e seus componentes.
Com a implantação dessa nova estrutura que se volta para a criança, proporciona a está uma sensação de segurança que consequentemente refletirá em uma autonomia, na qual a criança irá desenvolver atividades que deixam de ser tão subordinadas as ações dos educadores, passam a desenvolver caminhos próprios, a delimitar espaços – “os cantinhos” , criam sua própria conduta abstraindo-se do direcionamento comum, assumem seus próprios riscos e obtém mais informações sobre o mundo que a cerca, promovendo seu prospero desenvolvimento.
Está claro que o aperfeiçoamento dos ambientes de aprendizagem atrelam os alunos, como elementos “articuladores”, por definirem, de certa forma, um meio mais adequado as suas necessidades. Atrelam os educadores como veiculadores das transformações mais adequadas desse meio, por participarem do processo contínuo de evolução dos educando através de uma constante observação destes e da compreensão das suas necessidades com relação a esse ambiente de aprendizagem. Como também atrela a instituição escolar, por ser esta responsável pelo espaço extraclasse, o qual deve possuir os elementos adequados para gerar a estimulação, a imaginação, a criação da criança do período de creches e pré-escolas.
Tudo o que se é observado, colhido, recriado e transformado por todos os indivíduos envolvidos nesse processo de desenvolvimento da criança, nesta faixa etária, é de fundamental importância, pois, somente através dessas experiências e destes estudos é que se pode criar um ambiente de aprendizagem mais em conformidade com as necessidades de cada educando.



G5 - A importância dos jogos e brincadeiras na educação infantil.


 Pesquisas no campo da psicologia comprovam que brincadeiras e jogos durante a infância auxiliam no aprendizado atingindo os mais amplos sentidos da criança. Por meio das brincadeiras e das atividades lúdicas as crianças aprendem a lidar com o mundo real, ao simular o papel de bombeiro, médico, mamãe, papai, ou monstro, entre outros personagens. Elas se socializam com o meio em que vivem, desenvolvendo as funções psicológicas superiores como atenção, memória, e psicomotricidade.

A compreensão, participação, orientação das atividades lúdicas é função do educador. Este deve criar o espaço lúdico considerando que a brincadeira favoreça o desenvolvimento da auto-estima, da criatividade, das noções de regras e também dos papéis sociais, através dessa fundamentação teórica reafirmamos a importância dos jogos e brincadeiras na educação infantil.

O quê a criança pode fazer hoje com a ajuda dos adultos ou dos iguais certamente fará amanhã sozinha. Assim, isso significa que se pode examinar, não somente, o que foi produzido por seu desenvolvimento, mas também o que se produzira durante o processo de maturação.


Referência
“A importância dos jogos e brincadeiras na educação infantil”. In revista Científica eletrônica de Pedagogia, ano V, jul, n 100, 2007. Disponível em: http://www.revista.inf.br/pedagogia10pages/artigos/edic10-anovart04.pdf>. Acessado em: 6 de set. de 2013.




G5 - HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO INFANTIL EUROPEIA E BRASILEIRA


A história da Educação Infantil na Europa teve como início estudos de médicos e psicólogos que visavam não só o bem estar social das crianças, mas também a evolução do intelecto. Como o próprio texto do livro OLIVEIRA (2005, p.73) afirma:

“O psicólogo francês Alfred Binet defendeu , em 1898, a ideia de “pedagogia experimental” e deu início a elaboração de escalas e teste de avaliação das funções psicológicas, os quais iriam exercer grande influência nas futuras gerações de educadores.”

 A Educação Infantil Europeia contou com métodos, teorias e a aplicação de médicos que eram interessados pela Educação Infantil, tais como, Ovídio Decroly e Maria Montessori. Decroly elaborou atividades didáticas que visavam o funcionamento psicológico e do intelecto, também trabalhava com crianças excepcionais. Montessori elaborou materiais didáticos para o desenvolvimento motor e sensorial das crianças.
Após a Primeira Guerra Mundial destacaram-se alguns pedagogos e psicólogos, tais como, Vygotsky na década de 20 e 30, Wallon e Piaget, estes são alguns dos principais nomes do ensino e precursores sobre metodologia de Ensino Infantil. Destaca-se também após a Primeira Guerra Mundial o início do movimento das escolas novas, onde muitos se posicionavam a favor de um ensino voltado especificamente para a criança, com atividades voltadas para o desenvolvimento infantil e que não visava preparar para a vida adulta. Não podemos deixar de citar também Freinet que defendia a ideia de que a educação que era dada às criançasdeveria ir além das salas de aula e interagir com as experiências vividas em no ambiente social, entre outros métodos por ele elaborados.
A Educação Infantil na Europa sempre teve a influência de teorias, estas apontavam que a estimulação das crianças deveria ser precoce.
Durante o século XX ocorreram várias mudanças no Ensino Infantil, muitas teorias sendo aplicadas, criação de escolas voltadas exclusivamente para o ensino das crianças, foram criados os “play groups”, locais onde os pequenos, filhos de pais abastados podiam desenvolver através de brincadeiras, onde também os pesquisadores podiam avaliar  possíveis problemas saúde física ou mental.
Enquanto alguns estudiosos acreditavam que o desenvolvimento da criança só se daria por meio de estímulos precoces, outro estudioso acreditava que a separação precoce de mães e filhos poderia ser prejudicial no desenvolvimento sadio da criança, essa era a teoria de Jonh Bowlby.
Ao longo do século XX não só os médicos, pedagogos e psicólogos foram os que contribuíram para a transformação da Educação Infantil, a evolução da educação Europeia teve também a contribuição dos antropólogos e sociólogos, que através de suas teorias sociais e culturais elaboraram métodos e práticas educativas, tornando inovador  alguns modelos do Ensino Infantil.
 Atualmente na Europa a Educação Infantil de cada país segue seu método e práticas de ensino, alguns acreditam que o ensino deve começar com 5 anos de idade, outros com 6 e 7 anos. Algumas escolas vivem de recursos públicos, empresas e também de recursos dos pais. Para ser um educador infantil científico, somente em alguns países com Bélgica, Grécia e Espanha é exigido diploma universitário.
A Educação Infantil no Brasil acompanhou o que acontecia no mundo, contendo algumas particularidades. Como em meados de do século XIX, o país era movido pela atividade rural, pouco se via sobre creches ou parques infantis. Após a abolição da escravatura, foi quando ocorreu à mudança do centro rural para o urbano e muitas crianças filhos de ex-escravos ficaram perambulando pelas ruas e praças, a partir daí surgiu a ideia de criar entidades de amparo devido ao alto índice de mortalidade infantil.  Neste período apenas crianças filhos de pessoas ricas tinham acesso ao Movimento de Escolas Novas trazido da Europa para o Brasil.
Após a proclamação da república, houve uma mudança no quadro de trabalho, foram abertas fábricas que necessitavam de mão de obra, mas muitos homens trabalhavam na lavoura, então começaram a contratar as mulheres, muitas mães, não tinham com quem deixar os filhos, então foi assim que algumas mães deixavam seus filhos com mulheres cuidadoras e que cobravam por isso.  Quando os europeus vieram para o Brasil em busca de trabalho, começaram a suprir a necessidade da mão de obra masculina e trouxeram alguns membros politizados que lutava por melhorias de trabalho e inclusive na questão de onde as mães deixarem os filhos para ir trabalhar. Foi quando alguns empresários depois de negar as solicitações dos trabalhadores, começaram a pensar que seria melhor tê-los ao seu lado, então criaram vilas, clubes esportivos, creches e maternais para os trabalhadores, pensando no melhor rendimento do operário e numa forma de mantê-lo sempre constante vigia.
A Educação Infantil brasileira desde então tinha duas formas, a educação voltada aos filhos de pais ricos, cujo havia um conteúdo voltado para formação das crianças baseada no Movimento da Escola Nova trazido da Europa e a outra forma normalmente era uma entidade assistencialista que visava apenas retirar as crianças da rua, para redução da mortalidade infantil e resolver problemas de saúde pública.
Em meados dos anos 40 foram implantadas nas entidades que eram voltados para o atendimento à criança, atendimento médico, voltado à saúde. Até a década de 50 havia poucas creches fora das empresas e estas eram mantidas por entidades religiosas, que com o passar do tempo passaram a receber ajuda do governo e de famílias ricas.
Em 1961 ocorreu um fato importante para a educação brasileira, a criação da LDB – Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional, com a criação da lei muitas mudanças ocorreram, tais como, a inclusão do jardim de infância como sistema de ensino. A regulamentação de que crianças de até 7 anos de idade receberiam a educação pré-primaria e seriam ministradas aulas na nos jardins de infância ou maternais.
A educação, hoje no Brasil, conta com melhor infraestrutura, boa formação de professores, material didático, inovações tecnológicas e muitos outros aspectos que deveriam favorecer a aprendizagem, mas não é o que os indicadores de aprendizagem mostram.
Os indicadores como o SAEB – Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Básico -, e ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio -, entre outros apontam resultados que não condizem com os investimentos feitos na área. É muito comum ouvir queixas de professores tais como: os meninos de hoje não leem, decodificam – faltando a eles a compreensão do que é ler, chegando ao final da educação básica com muitas deficiências em ler e escrever.
Segundo dados do PISA – Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes -, 13% dos estudantes europeus saem analfabetos da educação básica, no Brasil a coisa é ainda pior, dentre os analfabetos funcionais temos cerca de 2% totalmente analfabetos, 13% analfabetos rudimentares e entre os funcionalmente alfabetizados encontramos cerca de 55% alfabetizados básicos, de acordo com dados do INAF- Indicador de Analfabetismo Funcional - 2009.
São louváveis as ações criadas para melhoria da educação, como projetos criados com foco na leitura e escrita para os anos iniciais do ensino fundamental, que nem sempre são bem sucedidos, pois obrigam os educadores a trabalharem em formação continuada descaracterizando a condição individual de cada aluno.

Referência

Revista Nova Escola. “Uma lenta caminhada.” Michele Silva fonte INAF Brasil 2009. Disponível: http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/avaliacao/uma-lenta-caminhada-analfabetismo-funcional-alfabetismo-inaf-instituto-paulo-montenegro-leitura-escrita-518768.shtml. Acesso em 08 de setembro de 2013.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

ORGANIZAÇÃO E METODOLOGIA DA EDUCAÇÃO INFANTIL: GRUPO G3

ORGANIZAÇÃO E METODOLOGIA  DA EDUCAÇÃO INFANTIL


RESUMO 


Este trabalho é um levantamento de dados históricos sobre a Educação Infantil, tanto no Brasil quanto no exterior. Através da Atividade Prática Supervisionada, podemos entender o mecanismo de pesquisa histórica, bem como os fundamentos e métodos da educação ao longo de incansáveis lutas dos educadores e modificações de políticas públicas. Tabelas cronológicas, resenhas críticas e exemplos de jogos infantis são os pilares do presente trabalho. Esse trabalho tem por objetivo analisar os fatos históricos correspondentes a Educação Infantil e refletir a respeito dos métodos de ensino no ciclo básico. 

Palavras-Chave: Educação Infantil, ambiente escolar, brincadeiras, jogos, infância.



SUMÁRIO



1.INTRODUÇÃO.. 5
2.TABELA CRONOLÓGICA: A EDUCAÇÃO INFANTIL NA EUROPA NO SÉCULO XX.. 6
3.TABELA CRONOLÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL NO BRASIL.. 7
4.RESENHA CRÍTICA: PROCESSO HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO INFANTIL NA EUROPA E NO BRASIL   8
5.A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS E BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL.. 10
6.ESTÍMULOS COGNITIVOS ATRAVÉS DAS BRINCADEIRAS E JOGOS. 10
7.BRINCADEIRAS NA INFÂNCIA: brincadeira Caixa de Surpresas. 11
8.PROCEDIMENTOS E MATERIAIS DA BRINCADEIRA CAIXA DE SURPRESA. 12
9.RESUMO: livro–texto (PLT) - OLIVEIRA, Zilma R. de (org.). Educação infantil: fundamentos e métodos. 7ª ed. São Paulo: Cortez, 2011. 12
10. SÍNTESE: PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS – ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS (1998). 14
REFERÊNCIAS. 16



1.      INTRODUÇÃO

            A Educação Infantil possui características marcantes de vários séculos de transformações na sociedade, desde valores sociais, institucionais e políticas. Durante os discursos morais e políticos, alguns pesquisadores, como Montessori, Decroly, etc, desenvolviam estudos sobre o desenvolvimento infantil, integrando as diversas áreas humanas. Esses estudiosos abordaram assuntos mais variados, como o desenvolvimento psicológico, social, afetivo e psicomotor das crianças, abriram instituições de ensino e desenvolveram divers técnicas para a alfabetização dos jovens.
            Ao longo do tempo em que as políticas públicas e educadores debatiam as melhores condições para a Educação Infantil, surgiram diversas convergências e divergências, sanadas posteriormente por legislação, como as leis
nº 11.274/2006, e nº 11.700/2008 e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação que asseguram condições mínimas para a educação, tanto na questão de horas, séries, poderes e deveres na gestão escolar. As metodologias praticadas na educação de jovens, atualmente refletem em melhorias contínuas, e principalmente na elaboração de políticas institucionais que adequam a inclusão social,
comunidades do entorno das escolas e mais participação das famílias.      
            Este trabalho visa à pesquisa histórica da Educação Infantil, seus genitores e transformadores, as políticas públicas praticadas. Não menos importante, o trabalho aborda as brincadeiras e jogos no universo infantil, que se modificam conforme a época, mas muitas ainda resistem e fazem do ambiente escolar um espaço lúdico, de convivência integrada entres os aspectos principais para o desenvolvimento da criança.



2.      TABELA CRONOLÓGICA: A EDUCAÇÃO INFANTIL NA EUROPA NO SÉCULO XX



EDUCAÇÃO INFANTIL NA EUROPA: SÉCULO XX
PESQUISADORES
CONTRIBUIÇÃO
Ovídio Decroly (1871-1932)
Sistematização de atividades para crianças pequenas com uso de materiais especialmente confeccionados. Defendia o desenvolvimento do intelecto da criança e o desenvolvimento integral.
Maria Montessori
(1879-1952)
Sistematização de atividades para crianças pequenas com uso de materiais especialmente confeccionados. Via com interesse uma educação que ocupasse com o desenvolvimento da espiritualidade ressaltando o aspecto biológico para a confecção de materiais para as faixas etárias.
Devido à primeira guerra mundial, os médicos e sanitaristas estiveram mais presentes nas instituições fora das famílias. Pela precariedade da saúde durante a guerra, foram instituídas as instituições de saúde, visando à diminuição da mortalidade infantil.
PESQUISADORES
CONTRIBUIÇÃO
Vygotsky
Atestava que a crianças é introduzida na cultura por parceiros mais experientes.
Wallon
Destacava o valor da afetividade na diferenciação que cada criança aprende a fazer entre si mesma e os outros. O comportamento infantil deveria ser interpretado, e não meramente observado.
Piaget
(1896-1980)
Avança nos estudos sobre o desenvolvimento cognitivo, demonstrando que o desenvolvimento é resultado de dois fatores, o externo e o interno.
Celestin Freinet
(1896-1966)
Para ele, a educação que a escola dava as crianças deveria extrapolar os limites da sala de aula e integrar-se às experiências por elas vividas em seu meio social.
No século XX o Movimento das Escolas Novas representou o início ao respeito à fase infantil do indivíduo, pensando no aspecto infantil sem a necessidade de preparação para a fase adulta.

PESQUISADORES
CONTRIBUIÇÃO
Emília Ferreiro
Destaca-se por sua importante contribuição à educação, por ter desenvolvido uma concepção diferente dentro do processo de alfabetização, enfatizando a escrita e a leitura.
No século XX os antropólogos e sociólogos discutiam as privações culturais, organização do trabalho e educação infantil. No mesmo período ocorreu à profissionalização doméstica, tendo como a mãe uma profissional do lar, enquanto algumas trabalhavam nas fábricas, outras tomavam conta das crianças.
Tabela 1

3.      TABELA CRONOLÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL NO BRASIL



EDUCAÇÃO INFANTIL NO BRASIL

SÉCULO XIX - PRINCIPAIS AGENTES DO DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL
SÉCULO XX - PRINCIPAIS AGENTES DO DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL
Meados do século XIX não existiam instituições no Brasil, como creches e parques infantis.
Século XX - intensificação da industrialização e centralização nos centros urbanos.
O período da abolição da escravatura e proclamação da República contribuiu para o desenvolvimento cultural e tecnológico.
Trabalho feminino nas indústrias, separação dos filhos pequenos e agrave em problemas sociais.
Iniciativas de proteção à infância, devido ao combate a mortalidade infantil. Criação de asilos e internatos destinados às crianças pobres.
Empresários investiram em creches para os filhos das empregadas, iniciando um vinculo com benefícios para ambos. Mas sem conotação educativa para as crianças.
Final do século XIX, a elite da sociedade assimilou os preceitos educacionais do Movimento das Escolas Novas, pela influencia europeia e americana.
Década de 20 e 30 reivindicações por melhorias de trabalho e condições educacionais para os filhos.
Em 1862, Emília Erichsen criava o primeiro jardim de infância, em Castro, Paraná.
Em 1923 a primeira regulamentação sobre o trabalho da mulher, prevendo instalações de creches próximas ao ambiente de trabalho.
Em 1875 no Rio de Janeiro e 1877 em São Paulo, foram criados os jardins de infância, pelas entidades privadas para os afortunados.
Em 1932 surgiu o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, defendendo um amplo leque na educação.
Rui Barbosa, em 1882 apresentou o projeto de reforma da instrução no país.
Entre 1930 e 1945, durante a era Vargas, foi resguardado os direitos dos trabalhadores pela criação da CLT (1943).
Em 1885 no Rio de Janeiro ocorreu a Exposição Pedagógica, que foi interpretada pelas elites como prejudiciais, pela ideia de separar os filhos das mães muito cedo.
Em 1961 foi aprovada a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

1889  - Proclamação da Republica

Década de 60, instalação de o governo militar, modificando todo o sistema educacional e social.
1896- Criação do jardim de infância da escola normal Caetano de Campos em São Paulo.
Em 1971, a nova legislação sobre o ensino
(Lei 5692), dispôs o seguinte: Os sistemas velarão para que as crianças de idade inferior a 7 anos recebam educação em escolas maternais, jardins de infância ou instituições equivalentes.
1899 - Fundação do Instituto de Proteção e Assistência a Infância, em 1919, a Fundação do Departamento da Criança, de iniciativa governamental devido a preocupação com a saúde púbica
Entre 1970 e 1980 foram implantados e debatidos diversos métodos educacionais, inclusive o problema da privação cultural.
1908 - Investimento em novas escolas infantis, de ensino primário.
Nas décadas de 80 e 90, em consequência do debate a respeito da importância de fornecer a todas as crianças estímulos cognitiva, começaram a ser apresentados programas de educação pela televisão, como o Rá-Tim-Bum.
1988 -Constituição Federal – Aborda a cidadania, organização social, distribuição de responsabilidades do setor público, educação, saúde e segurança no âmbito nacional, bem como direitos e deveres do cidadão.
A partir de 1990, houve investimentos nas áreas educacionais na pré-escola, ensino fundamental e médio.
Em 1996, s estabeleceu a Nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação (9394/96), ampliando os conceitos da educação e a sua aplicação devida a todos.
2000 – SENSO: Os censos populacionais constituem a única fonte de informação sobre a situação de vida da população nos municípios e localidades. As realidades locais, rurais ou urbanas, dependem dos censos para serem conhecidas e atualizadas. Os censos produzem informações imprescindíveis para a definição de políticas públicas estaduais e municipais e para a tomada de decisões de investimento, sejam eles provenientes da iniciativa privada ou de qualquer nível de governo.
2006 -  Lei nº 11.274/2006 - Ens. Fund. 9 anos: amplia o Ensino Fundamental para nove anos de duração, com a matrícula de crianças de seis anos de idade e estabelece prazo de implantação, pelos sistemas, até 2010
2008 -  Lei nº 11.700/2008 e outras providências: para assegurar vaga na escola pública de educação infantil ou de ensino fundamental mais próxima de sua residência a toda criança a partir dos 4 (quatro) anos de idade.
Em 2009, ocorreu a aprovação da nova diretriz curricular nacional para a educação infantil (Parecer, CNE/CEB n° 20/09 e resolução CNE/CEB n° 05/09), com proposta de promover o desenvolvimento infantil de maneira integral. Crianças de 0 a 5 anos.
2011 – NOVO PNE:  é composto por 12 artigos e um anexo com 20 metas para a Educação. 
2013 - Lei 12.796/2013 - Obrigatoriedade da educação Básica de 4 a 17 anos:  dispõe sobre a educação básica, carga horária, avaliação, intervenção do Ministério da Educação, habilitação de profissionais educadores.
Tabela 2


4.      RESENHA CRÍTICA: PROCESSO HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO INFANTIL NA EUROPA E NO BRASIL
           
Durante o século XX, a Educação Infantil ainda estava em desenvolvimento, através de pesquisadores como Ovídio Decroly e Maria Montessori. A conotação da Educação Infantil era a saúde e a higienização da população, em meio a pouca tecnologia e legislação pertinente. A sistematização de atividades para crianças pequenas estavam enquadradas na utilização de brinquedos específicos, tanto para desenvolvimento da criança quanto para aspectos sociais, tais como brincadeiras e jogos.        
            Outros pesquisadores desenvolviam teorias, que envolviam a psicologia infantil e as questões sociais. Nesse período, não houve avanços na educação, até porque os alfabetizados e letrados eram os mais afortunados. Creches, jardins de infância e escolas mais avançadas foram o centro das atenções numa discussão sem aprimoramento social. Isso atrasou a evolução das leis, dos métodos educacionais e até mesmo o desenvolvimento da sociedade, em geral. Por mais que não existia a tecnologia dos tempos atuais, existia a elaboração de brinquedos pedagógicos e conteúdos, faltando à organização social, como espaços físicos, aplicação de métodos adequados e principalmente o olhar mais crítico e conceitual da Educação Infantil.  As crianças não eram vistas como indivíduos em fase de crescimento, mas sim como indivíduos que devem ser preparados para serem adultos, negando a infância.       
            Os antropólogos e sociólogos contribuíram nesse debate, demonstrando a importância de como, para quem e quando ensinar. Essas contribuições permanecem até hoje, discutindo se são válidas as metodologias dos educares no século XXI, pois estamos na era da tecnologia, trazendo as dúvidas sobre os paradigmas anteriores e os atuais.            
            No Brasil, que se formou por um processo de colonização, também existiu o processo de adequação das escolas, que por sua vez, só teve início a partir da abolição da escravatura e da proclamação da república. Nessa época ainda se tinha uma visão de desigualdade entres os colonizados, pois muitos escravos livres não possuíam educação formal. Por esse motivo, tiveram que disponibilizar alguma educação, mesmo não sendo formal. O desenvolvimento da educação até a industrialização foi lenta e com muitas dúvidas, do qual estremeceu as bases da elite, necessitando de uma população mais técnica, mais sábia e com direitos ao desenvolvimento social.  O Movimento das Escolas Novas partiu da influência europeia e americana, porém, mesmo tendo essa evolução, a criança carecia de educação, pois a sociedade brasileira permaneceu com o estereótipo de que a criança deve ser somente cuidada, e não educada.     
            No século XXI, encontramos vestígios de metodologias ultrapassadas e falta de investimento no setor educacional. Temos a Lei de Bases da Educação, mas a sua aplicação em todo o território brasileiro é desigual, carecendo de melhorias em infraestrutura e capacitação profissional. As crianças já são consideradas indivíduos em processo de crescimento, possuindo fases, sendo uma delas a infância, que conta com brincadeiras, cuidados, jogos, proteção por lei e direitos para o desenvolvimento integral. Cabe a observação da história da educação e a sua interpretação para desenvolver e estimular o setor educacional da nossa sociedade, quebrando os velhos paradigmas para a melhoria contínua da Educação Infantil.


5.      A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS E BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Inúmeros estudiosos consideram a ação lúdica como metacomunicação: a possibilidade da criança compreender o pensamento do outro. No jogo simbólico, ao substituir o pedaço de madeira utilizado como telefone, ao efetuar um raciocínio analógico, o brincar implica uma relação cognitiva e representa potencialidade para interferir no desenvolvimento infantil. A idade pré-escolar é considerada a fase áurea da vida, em termos de psicologia evolutiva, pois é nesse período que o organismo estruturalmente capacitado para o exercício de atividades psicológicas como, por exemplo, o uso da linguagem articulada.   
            Brincar implica troca com o outro, trata-se de uma aprendizagem social. Nesse sentido, a presença do professor é fundamental, pois será ele quem vai mediar às relações, favorecer as trocas e parcerias, promover a integração. Planejar e organizar ambientes instigantes para que as brincadeiras aconteçam. Por meio do brincar é que a criança vai significar real, tornar-se sujeito e partícipe.


6.      ESTÍMULOS COGNITIVOS ATRAVÉS DAS BRINCADEIRAS E JOGOS

As brincadeiras e jogos são importantes, pois desenvolvem diversos aspectos dos indivíduos, principalmente na fase infantil.  Coordenação motora e habilidades pessoais são exemplos de estímulos cognitivos, pois todas as atividades que são direcionadas – educacionais – disponibilizam momentos de interação entre as crianças, objetos e linguagens.  A felicidade da criança é determinada por diversos fatores sociais e pessoais, do qual podemos citar a imaginação e a sua expressão através de diversas linguagens. O professor atento a essa característica compreende o universo em que a crianças está, e tem capacidade de auxilia-la no caminho do desenvolvimento integral.        
            Outra característica interessante é o desenvolvimento dos sentidos, como o olfato, paladar, tato e visão. Os estímulos dos sentidos são interessantes não somente pelo desenvolvimento pessoal, mas também a compreender que o mundo possui um universo de conceitos e pessoas diferentes, como cegos, mudos e pessoas com deficiências diversas. A busca do desenvolvimento integral das crianças não pode ser distinta dos valores humanos, como o respeito.         
            O vídeo assistido como fonte de pesquisa, demonstra diversas brincadeiras onde os professores podem trabalhar o desenvolvimento das habilidades citadas. Compreende também como atividades de estímulos cognitivos aquelas em que as crianças participam também fora do ambiente escolar.
           

7.      BRINCADEIRAS NA INFÂNCIA: BRINCADEIRA CAIXA DE SURPRESAS


A brincadeira Caixa de Surpresas estimula a socialização das crianças, principalmente quando praticada na escola. As crianças podem perder o medo de se expor ao mesmo tempo em que passam a compreender o significado do trabalho em grupo. As tarefas que são colocadas dentro da caixa podem ser engraçadas e estimulantes com intuito educativo. As brincadeiras de roda auxiliam as crianças no desenvolvimento cognitivo e social e físico-motor. O ambiente em que ocorre também faz parte do aprendizado e do momento de lazer.          Segundo Rau (2011, p. 49)... “o termo lúdico remete as ações do brincar que se manifestam por toda a existência humana, apresentando características de lazer”.
As brincadeiras possuem funções pedagógicas, e se aplicadas em ambiente escolar amplia as informações a cerca do individuo. Por exemplo, a brincadeira Caixa de Surpresas pode ser usada para receber novos alunos na turma, observar o desenvolvimento social e psicológico.

As interações que as crianças estabelecem entre si – de cooperação, confrontação, busca de consenso – favorecem a manifestação de saberes já adquirido e a construção de um conhecimento partilhado: símbolos coletivos e soluções comuns. (OLIVEIRA, 2011, p. 146).

Dentro de uma escola, nos momentos de brincadeiras prevalece à tensão, passível de solução entre os próprios educandos através da interação dos saberes em momentos de lazer.


8.      PROCEDIMENTOS E MATERIAIS DA BRINCADEIRA CAIXA DE SURPRESA

Antes de iniciar o jogo, escreve-se em papéis tarefas engraçadas. Os papéis são colocados dentro de uma caixa. As crianças deverão sentar em círculo para que a caixa possa circular de mão em mão, até a música parar. Quem estiver com a caixa na mão no momento que a música parar deverá tirar um papel da caixa e executar a tarefa.

Figura 1 Brincadeira da Caixa de Surpresas.




9.   RESUMO: livro–texto (PLT) - OLIVEIRA, Zilma R. de (org.). Educação infantil: fundamentos e métodos. 7ª ed. São Paulo: Cortez, 2011.


CAPÍTULO XIV p.193: “Os ambientes de aprendizagem como recursos pedagógicos”

O capitulo “Os ambientes de Aprendizagem como recursos pedagógicos”, aborda a seguinte questão, espaço físico para a criança principalmente educação infantil. Entre os séculos XIX e XX houve a preocupação, porém ela acaba ao longo de políticos e etc. Sabemos que não é nada fácil ter um ambiente perfeito para nossas crianças, pois há lugares que não há condições financeiras para isso, há lugares que responsável não se interessa e a lugares que até tem, mas não condiz com a proposta pedagógica.  Esse espaço é o que mais precisa de planejamento, pois pode trazer para a criança medo, curiosidade, calma, apatia, conforto entre outros, como: características psicofísicas e higiênicas, precisa também ter um numero de criança estipulado.                    
            Oliveira (2011, p. 196) observa que “todo ambiente sem exceção é um espaço organizado”, existem tipos de salas com poucos brinquedos e muitos berços ou mesas e cadeiras. A pergunta feita é: esta dentro da proposta pedagógica? Pois não adianta ter cantinhos em sala de aula e não haver uma proposta pedagógica, onde impede a criança de brincar ou interagir com os colegas enfim, a sala deve ser considerada como um campo de convivência e exploração, e deve ser muito planejado. Sabemos que a criança reconhece o espaço físico desde cedo por isso à importância de um planejamento.     
            O planejamento além de tudo define algumas coisas como praticas social, contudo devem-se haver preocupações com a funcionalidade a estética dos ambientes, a organização e planejamento criam estruturas com todos que convive naquele espaço. São muito importantes também outros espaços tipo parques, quadras, pátios, sala de musica e informática, nesses espaços é onde a criança constroem significados.
            Notamos que cantinho é muito falado nesse capitulo. Pois tem valorizada a organização de áreas como: casinhas, polícia, supermercados, lojas, médicos etc. Onde permite as crianças brincarem na quantidade que elas querem e a imaginação; também é bom porque da para o educador dar atenção observar cada criança. Com o Cantinho da para fazer varias atividades diferentes de roda de conversa, musica, brincadeira, hora da fruta, teatro e muitos outros. Da para fazer muitas coisas com o espaço e material proposto pela escola para o “cantinho” baste ter um bom planejamento criatividade e ser um bom educador. Deve ser feito algo que facilite a vida da criança como rotina.            
            Concluímos que o Cantinho deve ser bem planejado, o espaço de toda aprendizagem também, pois ele é importante na formação da criança, ela tem que se sentir acolhida, estimulada e bem tratada.





REFERÊNCIAS


CARVALHO, Denise Maria de. Educação Infantil: História, contemporaneidade e Formação de Professores. Disponível em: http://www.sbhe.org.br/novo/congressos/cbhe2/pdfs/Tema3/3117.pdf. Acesso
em: 01 agosto. 2013.


OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos de. Educação infantil: fundamentos e métodos. 7. ed. São Paulo:Cortez, 2011. 263 p.  

RAU, Maria Cristina Trois Dorneles. A ludicidade na educação. 2. ed. Curitiba: Cortez, 2011. 248 p. 
A importância dos jogos e brincadeiras na educação infantil. In: Revista Científica Eletrônica de Pedagogia, ano V, jul, nº10, 2007. Disponível em: http://www.revista.inf.br/pedagogia10/pages/artigos/edic10-anov-art04.pdf. Acesso em: 4 setembro. 2013.

PASCHOAL, Jaqueline Delgado. A história da Educação Infantil no Brasil: avanços, retrocessos e desafios dessa modalidade educacional. In. Revista HISTEDBR On-line. Disponível em: http://www.histedbr.fae.unicamp.br/revista/edicoes/33/art05_33.pdf. Acesso em: 01 agosto. 2013.

Site. Direcional Educador.com. Disponível em: http://www.direcionaleducador.com.br/curso-livre-sequencia-didatica-naeducacao-infanti/a-sequencia-didatica-no-planejamento-da-rotina. Acesso em: 26 agosto. 2013.

Vídeo. Breve História da Educação no Brasil.
Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=eTYWvbW8XPw.  Acesso em: 26 agosto. 2013.


Vídeo. As brincadeiras na educação infantil. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=MkugbRG9DB4.  Acesso em: 13 set. 2013.

Figura 1. Brincadeira da Caixa de Surpresas. Disponível em: <http://educador.brasilescola.com/orientacoes/caixa-surpresa-tatilrecurso-didatico-eficiente.htm>. Acesso em: 20 setembro 2013.